sábado, 22 de junho de 2013

O LOUVOR A DEUS DURANTE A HISTÓRIA DA IGREJA

         1) Período patrístico (dos pais da igreja): No século 3 começou a haver discordâncias sobre o uso de hinos que não fossem salmos e sobre o uso de instrumentos e vozes ensaiadas no culto. No concílio de Laodicéia, em 364 d.C, ficou decidido que só os salmos deveriam ser cantados e isso por cantores designados para isso. Depois o bispo Gregório (540-604 d.C) instituiu o canto gregoriano, sem instrumentos e sem leigos cantando. O louvor passou a ser assistido pela igreja, se tornou uma apresentação para o resto da igreja.
         2) Perído medieval: Instrumentos banidos e o único canto considerado aceito para Deus era o gregoriano.
          3) Período da reforma: Lutero incentivou os hinos, ele mesmo compôs alguns, como por exemplo o hino Castelo Forte. Calvino incentivava o cântico congregacional, mas não os hinos cantados e/ou feitos por pessoas comuns. Incentivava também o uso de instrumentos e divisão de vozes no louvor. Em 1866 a Igreja Presbiteriana do Brasil aprovou o uso do órgão.
         4) Período pós-reforma: Os morávios introduziram violinos e instrumentos de sopro no louvor. Houve composição de muitos hinos. O uso de instrumentos ainda causava muita polêmica, principalmente entre batistas e presbiterianos.
         5) Período moderno: Em 1879 o Exército da salvação instituiu palmas, pandeiros, tambores, metais e "aleluia" nos cultos. Mas ainda há muita polêmica a respeito de como deve ser o louvor na igreja. Muitas igrejas demoraram muito para aceitar instrumentos na igreja que não fossem o velho órgão clássico, achavam que eram instrumentos do diabo. Muitas igrejas também demoraram a aceitar que músicas de louvor que não sejam do hinário oficial podem ser usadas para louvor a Deus. Ainda hoje muitas igrejas rejeitam alguns ritmos musicais, achando que são malignos.  

22/06/2013

OBS: Mensagem pregada numa reunião de consagração do ministério de louvor da IESF do J3 no dia 11/11/2012. 

Nenhum comentário:

Postar um comentário