O mundo está vivendo num estado de trevas e grande perdição e nós temos a missão dada por Deus de anunciar a salvação em Jesus às pessoas (1 Pe 2:9). O que temos feito diante desses fatos?
Ao olharmos a realidade que nos rodeia vemos que no interior do Ceará poucos conhecem o verdadeiro evangelho, conhecem muito mais o catolicismo com suas heresias destruidoras e o também muito perigoso "evangelho" legalista, pregado por igrejas cheias de costumes e doutrinas humanas. No Brasil a maioria das pessoas, inclusive os evangélicos, conhecem mais o "evangelho da prosperidade" do que o evangelho de Jesus Cristo. Na Europa a igreja se institucionalizou quase completamente, ou seja virou uma mera religião vazia; muitas estão fechando as portas e as poucas que resistem estão, muitas delas, "mais frias que uma geladeira". Nos Estados Unidos a igreja está sendo altamente influenciada pela pecaminosidade da sociedade. Na Ásia as religiões pagãs dominam e a perseguição é grande, pois eles não aceitam que se pregue o evangelho. Será que essa situação não nos incomoda? Ela, cetamente, incomoda a Deus.
Precisamos entender que a nossa missão é uma continuação da missão de Jesus (Jo 17:18). Foi justamente motivado pelo amor aos perdidos que Deus enviou Seu Filho ao mundo. Ele viu a dor do mundo e tomou uma atitude (Lc 19:41-44). Quando estamos ligados com Deus não podemos deixar de sentir como Ele sente e assim nos motivarmos a cumprir nossa missão (2 Co 5:14-16). Foi o que sentiu Carlos Inwood quando escreveu o senguinte: "O soluço de um bilhão de almas na terra me soa aos ouvidos e comove o coração; esforço-me, pelo auxílio de Deus, para avaliar, ao menos em parte, as densas trevas, a extrema miséria e o indescritível desespero desses mil milhões de almas sem Cristo. Medita, irmão, sobre o amor do Mestre, amor profundo como o mar; contempla o horripilante espetáculo do desespero dos povos perdidos; até não poderes censurar, até não poderes descansar, até não poderes dormir."
Para cumprirmos nossa missão precisamos entender o significado dela em nossa vida. Primeiramente, vemos que não há nada em nós que nos torne dignos de servir ao Senhor (Mt 3:11). Mas pela graça de Deus nos tornamos seus servos (2 Co 5:18-20). Não há privilégio maior do que o de falar de Jesus para as pessoas. Vejo as seitas que se dedicam a espalhar as suas heresias e então me lembro de uma frase que diz: "Você está disposto a fazer pela verdade o que as seitas têm feito pela mentira?" Vários tipos de grupos se dedicam totalelmente por uma causa de valor insignificante se comparado ao valor do evangelho, tais como: Greenpeace, comunistas, cabos eleitorais, revolucionários, etc. Por que fazemos, às vezes, com tão pouco zelo a missão que Deus nos confiou, que é pregar o evangelho?
Se não acordarmos para impactar este mundo vamos atrofiar e esfriar cada vez mais na fé, pois como Igreja de Jesus somos chamados para evangelizar o mundo, pois é sabido que um músculo que não é utilizado se atrofia, isso vale também para o mundo espiritual. Uma igreja apática e irrelevante na sociedade entristece a Deus, se afasta dele e morre.
01/04/2013
OBS: Mensagem pregada na escola dominical da IB do J2 (atual ICG) no dia 26/06/2005 e num culto de doutrina na IESF do J3 no dia 24/02/2011.
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