Vemos que era imprescindível que uma pessoa fosse virgem em Israel (Dt 22:13-21). Infelizmente eles não tinham como verificar a virgindade masculina naquela época, somente verificavam a feminina por meio dos lençóis sujos de sangue recolhidos do leito do casal que estava em lua-de-mel (Dt 22:15).
Perder a virgindade era algo digno de morte, tal era a gravidade do pecado (Dt 22:21). Era considerado loucura, prostituição e um mal a ser eliminado através da morte dos pecadores para que isso servisse de exemplo para outros (Dt 22:21).
Mas por que Deus abominava esse pecado? Deus é um Deus de aliança. Como Ele é conosco, Ele quer que sejamos uns com os outros. Ele não faz aliança com uma pessoa e depois desfaz. Uma das características da aliança é a fidelidade. É por isso que Deus não quer que eu me entregue a alguém e depois deixe essa pessoa por outra. Outra característica da aliança é o compromisso. Por isso preciso me entregar para alguém quando for para assumir um compromisso de casamento, que é obviamente para ser até a morte.
Deus estimula o casamento para que as pessoas fujam da impureza (1 Co 6:18-20; 1 Co 7:1-2,9). Deus claramente manda fugir da prostituição (1 Ts 4:3-8). Quando a Bíblia fala de prostituição vemos que ela se refere a relações sexuais fora do casamento, seja antes de casar ou com outra pessoa que não seja seu marido ou esposa.
Diante de tudo isso vemos que o sexo é para o casamento. O sexo é uma afirmação da entrega de um ao outro, quando então se unem como uma só carne e isso até a morte.
O desejo sexual é normal, vem por causa dos hormônios, mas a nós convém dominá-lo.
É importante saber também que se as pessoas se guardassem virgens até o casamento e permanecessem fiéis um ao outro não existiriam mais DSTs, nem gravidez onde o pai está ausente, nem sonhos frustrados, etc.
19/04/2013
OBS: Mensagem pregada numa escola bíblica da ICG do NM em 2009.
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