sábado, 16 de março de 2013

A IMPORTÂNCIA DO PERDÃO

                 No texto de Mateus 18:23-35 encontramos a parábola do credor incompassivo. O que motivou Jesus a contar essa parábola foi uma pergunta de Pedro sobre quantas vezes deveríamos perdoar o nosso irmão.
                  A história retrata uma realidade do Reino dos céus, portanto, algo muito importante e que deve ser praticado por cada discípulo de Cristo (Mt 18:23).
                  O homem devia dez mil talentos ao rei, o equivalente a 3 bilhões de reais, ou seja, uma dívida impagável (Mt 18:24-25).
                  É exatamente essa a situação de cada um de nós diante de Deus, temos uma dívida que não conseguimos pagar, que é a obediência que não conseguimos dar a Ele e por isso estamos debaixo de condenação. Mas quando Jesus sofreu a penalidade em nosso lugar, morrendo na cruz, porque "sem sangue não há remissão de pecados." (Hb 9:22), obtivemos o direito ao perdão caso queiramos. Jesus era o cordeiro "sem mácula" (Hb 9:14). Portanto, assim foi satisfeita a justiça de Deus, que requeria uma pena por causa do pecado cometido contra Ele (Rm 6:23).
            Na parábola vemos que o rei perdôou a dívida do homem, movido por compaixão (Mt 18:26-27). Nós, os que cremos em Cristo, da mesma maneira, alcançamos o perdão de Deus, que é maravilhoso, grande e incomparável.
              O servo, porém, encontrou um conservo que lhe devia 100 denários, ou seja, uns cinco mil reais. Era muito menos do que ele devia ao rei, mas mesmo assim ele não quis perdoar aquele conservo (Mt 18:28-33). 
        Precisamos entender que o perdão que recebemos de Deus deve nos motivar a  fazer o mesmo com as outras pessoas. O perdão é uma demonstração de amor, que prova que somos filhos de Deus. Não podemos dizer: "eu não consigo", pois se buscarmos a Deus, Ele nos capacita a perdoar, pois dEle vem a força e Ele é quem coloca o amor no nosso coração quando o abrimos para Ele.
                A falta de perdão traz consequências sérias em todas as áreas. Traz consequências físicas, tais como: dor de cabeça, problemas de estômago, de pele, de coração, de pressão, etc (Pv 17:22). Traz consequências emocionais, pois gera escravidão da amargura e do ressentimento, nos faz sofrer frequentemente pela mesma coisa e traz principalmente consequências espirituais, pois gera separação de Deus e condenação eterna (Mt 18:34-35). Quem não mostra misericórdia aos outros, mas insiste na justiça, não receberá misericórdia de Deus, mas justiça. Veja Mateus 5:7

16/03/13

OBS: Mensagem pregada na escola bíblica na IESF do J3 no dia 24/01/12
  

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